Ao aceitar o convite do meu amigo Daniel Goettenauer, para compor o site Qualidade Manaus, fiquei bem preocupado, principalmente pelo nome “Qualidade”. Quem nunca foi “Assombrado” pela palavra Qualidade? Seja de software, projeto ou produto. A qualidade para mim é a mesma para você? Quem garante que o produto tem qualidade? Por essas e outras perguntas que fiquei bem preocupado.

Mas ao longo desse tempo acabei percebendo que a qualidade está envolvida em grande parte do Posts publicados aqui. Sem um bom gerenciamento o software não sai como o especificado, com custo e prazo definido. Não que o bom gerenciamento seja um pré-requisito para a Qualidade do produto (tá vendo como é complicado?!). Testes de software: “caçar” o que está errado; onde aparece o erro; qual fase do processo é mais problemática; realizar inspeção. E a partir dessas informações (números!) aprimorar todo o nosso processo. Parece fácil né? Né não! Para atingir isso, muitas vezes é necessário a utilização de diversas ferramentas. Desde um editor de texto até softwares de simulação. Tudo isso em busca da tão desejada Qualidade!

Em: http://ist.psu.edu/courses/fa03/ist412/LectureNotes/quality.pps tem um resumo bacana sobre a visão do autor sobre qualidade.  Um dos slides (Process Quality), contem a seguinte figura:

Processo de Qualidade

Achei bem interessante e clara a maneira resumida de gerenciar a qualidade proposta pelo autor. Bem resumida mesmo! Pois cada parte dessa poderá ser destrinchada em várias outras, gerando outros processos. Como perceberam, parece inevitável falar de qualidade sem mencionar a palavra Processo. Ele surge na tentativa de “controlar”, de entender o que fazer para atingir um objetivo. Afinal, teremos que saber como medir a qualidade? Quais atributos devo me preocupar? Quais indicadores posso utilizar? Onde devo fazer o controle? Qual o número máximo de inspeções?

Essas e outras perguntas deverão ser respondidas pelo gestor do processo. Mas lembre-se: não é porque o processo foi definido que o mesmo não possa ser melhorado. Ele deve se adequar as necessidades da empresa, passando por revisões periódicas.

Muitos acreditam que basta seguir o que está definido no processo que o produto irá sair com qualidade. Outros acham que o processo, e seus procedimentos, só vem para burocratizar o meio de campo. Eu, para variar, acredito que o meio termo é o que vale. Não podemos amarrar e nem liberar muito. Temos que saber o quê, como, quando e porquê determinada situação apareceu no processo, para assim, poder agir sobre ele.

É, pelo que tudo indica, perdi o receio de falar sobre Qualidade. Mas isso não significa que ela deixará de me assombrar! 🙂

Forte Abraço!

Post publicado simultaneamente em Qualidade Manaus.

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