As crendices populares sempre nos levam a acreditar que alguma coisa boa ou ruim irá acontecer se deixarmos que ocorra determinado fato. Podemos citar algumas, tais como: “Sua mãe vai morrer se deixar a chinela emborcada”. “Guarda chuva aberto em casa atrai azar”. “Mão coçando é sinal de dinheiro chegando”. “Orelha vermelha: estão falando de mim! Quem será?”. “Quebrar um espelho? 7 anos de azar!”. “Encontrar um trevo de quatro folhas? Sorte!”

Entre tantas e tantas outras. Quando a crença diz que algo bom vai acontecer, ficamos felizes. Mas quando diz que é algo ruim, ficamos preocupados e até evitamos fazer determinada ação. Qual o primeiro movimento quando você vê uma chinela emborcada? Desvirá-la! E quando vê uma escada na parede? Evitar passar por baixo. Misturar leite com manga? Jamais! Grande parte dessas crenças não sabemos de onde veio, mas se fixaram de tal maneira que pode vir a mudar o dia a dia das pessoas. Se são verdadeiras ou falsas, nem o tempo poderá dizer.

Trazendo para o mundo empresarial, como podemos fazer com que as pessoas acreditem que a existência de um fato pode prejudicar/ajudar toda a vida da empresa? Não seria legal que, ao ver um cliente perdido, o colaborador prontamente oferecesse ajuda. Projetos no vermelho? Tempos ruins virão. Encontrou um erro no produto antes de chegar no cliente? 6 meses de alegria! Retrabalho? sua empresa vai morrer! Projetos sem finalização? insatisfação no colaborador. Produtos com valor? Rendimento na certa! Entre tantas e tantas outros fatos que poderiam ser tornar “crenças”, e fazer com que o “piloto automático” da reação seja natural.

Diferente das populares, as “crenças” corporativas foram aprendidas com o tempo, com os erros, perdas, ganhos, estudos e pesquisas. Seria até mais fácil acreditar nelas, correto? Pequeno engano. Para que isso aconteça, as empresas tem desprendido constante esforço,  adicionado em seu ambiente diversas técnicas e ferramentas, tais como treinamento, workshop, coaching, boas práticas do mercado, processos de negócios, tentando fazer com que determinada visão seja inserida de tal forma na cabeça dos colaboradores que surja dentro dele o mesmo sentimento das crenças populares.

Nessa constante busca, os líderes empresarias também tem sua contribuição, através de transmissão de informação com confiança, diariamente, não apenas com palavras mas com ações. Afinal, você vira a chinela emborcada pois você viu seu primo/amigo/irmão fazer isso, e você acreditou naquilo. O mesmo pode acontecer nas empresas: fazer com que o colaborador evite fazer algo que ele saiba que lhe trará mal, e que ele busque algo que o traga sorte, sucesso e prosperidade. A empresa agradece! Principalmente quando as crenças trazem retorno.

Então, em quê você acredita? J

Contribua com seu comentário. Será bem vindo(a)!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s