Incentivado pela pesquisa realizada por meu amigo Daniel Goettenaus (@goettenauer), compartilhada nessa matéria do Jornal do Comércio: https://www.jcam.com.br/noticias/startups-driblam-a-pandemia/, onde de forma muito interessante aborda o tema de como as startups driblam a pademia, resolvi fazer um paralelo sobre como o Business Agility pode estar presente em algumas dessas empresas.

Citações que chamaram atenção: “muitas oportunidades” (citada pelo eMercado); “cultura da empresa e hábito de escutar e implementar o que o cliente espera” (citada pelo Onisafra); e “cultura” (citado pelo Trocados).

O conceito de Business Agility “é a capacidade e a vontade de uma organização de se adaptar, criar e alavancar mudanças para o benefício de seus clientes!” (Business Agility Institute). Nesse cenário, a empresa que gerencia bem o seu fluxo de oportunidade, desde a descoberta, validação, escala, maturidade e declínio, com certeza é uma forte candidata em sobreviver nessa mundo com volatilidade, incerteza, ambiguidade e complexidade.

Não existe um caminho único e definido para a agilidade dos negócios, mas conforme informado na pesquisa acima, é extremamente importante colocar o cliente no centro do seu negócio. Pois é ele quem diz se seu produto ou serviço será importante, utilizado, compartilhado ou não. Para isso, o uso de ferramentas como Design Thinking, Personas, Mapa de Empatia, Pesquisas de Mercado, entre outros, para saber o que o cliente espera do seu produto, apoia essa abordagem. Ouça seu cliente.

Com as informações sobre que dor do cliente será sanada, mobilize a sua equipe, a sua tropa, seu time, para que juntos possam construir o melhor produto de suas vidas. Para isso, estruturas empresariais flexíveis de trabalho é fundamental. Nada de muita burocracia. Nada de organogramas verticalizados. A cultura empresarial já deve está voltada para o resultado, não apenas para entregas. O time mobilizado, empoderado, com as ferramentas em mãos, irão se organizar para que o produto seja entregue o mais breve possível (antes que a pandemia acabe, por exemplo).

Para que essa agilidade de fato ocorra, além do time de engenharia (Dev+Ops), outros atores devem estar envolvidos, como o Recursos Humanos, Financeiro, Marketing, Vendas, Logística, entre outros. Ou seja, apesar da agilidade ter sido fortalecida primeiramente no time de desenvolvimento, através de uso de metodologias ágeis de gerenciamento de projetos, como o Scrum, a agilidade empresarial só vai existir de fato quando a empresa toda trabalhar no mesmo ritmo. Na mesma cadência.

Nesse caminho, as validações de entrega de valor de seus produtos serão mais constantes. A empresa saberá se está no caminho certo ou não. O erro, que deverá ser comum, servirá para aprender mais rápido e redirecionar a empresa. O time vai saber se sua importância para o resultado.

A pandemia está sendo uma prova de fogo para sobrevivência das empresas. Acredito que muitas não vão esperar a próxima para tentar se adaptar. Ou será que vão?

Forte abraço!

Informações sobre Business Agility: https://businessagility.institute/

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